Seguro de Vida em grupo pode não ser suficiente, alertam corretores

A recente legislação que permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para pagar seguro de vida em grupo trouxe o tema à tona, mas especialistas fazem um alerta: a cobertura oferecida pelo empregador, embora valiosa, costuma ser limitada e não substitui um plano personalizado.

O seguro de vida em grupo, comum em grandes empresas, é um ótimo benefício, mas possui valores de capital segurado padronizados e baixos, muitas vezes insuficientes para manter o padrão de vida de uma família a longo prazo. 

Além disso, a cobertura geralmente se encerra com o desligamento da empresa. “O seguro empresarial é uma porta de entrada. O ideal é que o funcionário o veja como um complemento e faça uma contratação individual, onde pode definir os valores e coberturas de acordo com suas reais necessidades e projetar uma proteção que independe do vínculo empregatício”, explica a corretora Ana Lúcia Mendes.

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